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Vai chegar de madrugada e ela vai querer saber…

23 Mar

Meu aniversário, uma quarta-feira… aquele dia eu não queria nem passar com a minha família, estava de saco cheio e queria ficar longe.

Sai de casa la pelas 18h em direção a academia, próximo a uma escola perto da academia, encontrei a Aline, disse oi e ela atravessou a rua com um sorriso pra me abraçar, no começo achei que ia ser um abraço de saudade, mas pelo toque dela, senti que não era só aquilo.

Ela me perguntou  como eu tava e pra onde estava indo de regata, short, chinelo, boné e mochila. Repondi que estava indo para meu treino de judô, ia ficar la até as 23h aproximadamente porque estava de saco cheio de casa e queria ficar o maior tempo longe possível.

Ela respondeu  que entendia e perguntou se poderia me acompanhar, aquela altura o que mais queria era fugir com ela, nem para o treino queria ir e na esperança de conseguir escapar puxei ela pela cintura ao meu lado e disse “claro, adoro sua compania, vamos?”

Ela deu um sorriso tão lindo… sabia que se fosse ao treino, ela iria me esperar, ela tinha a intenção de estar comigo aquele dia, parecia carente e solitária.

No próximo da academia, antes de atravessar a rua, eu parei e perguntei se ela queria me dizer alguma coisa.

Ela ficou vermelha, como um pimentão e respondeu que sim.

Naquela hora, eu meio que travei, não esperava isso dela mas dei um sorriso olhei pra ela e esperei ela dizer, não falei nada.

Ela disse:

– Parabéns, é seu aniversário hoje, né? Eu queria ter algum presente pra você mas… não tenho nada hoje, não sei porque to sem graça.

Eu nunca disse a data do meu aniversário pra ela, pelo menos não me lembro, me senti até que surpreso por ela ter lembrado.

– Quer me dar um presente? Bom… o que sugere? – Eu disse.

– Não tenho ideia… talvez… eu queira ficar com você na academia. Posso? – Ela respondeu ficando cada vez mais vermelha.

– Não to com saco pra ir la, quero descontrair hoje. Vem? – Eu disse.

Dei um passo para trás, e vi um sorriso no rosto dela, subimos a rua que estavamos, teve uma hora que ela parou de andar mas não tinha percebido, quando percebi, voltei e perguntei:

– Porque você parou? Ia te levar pra tomar um sorvete comigo.

– Aqui é minha casa… Estou sozinha, meus pais foram viajar e eu fiquei aqui por causa das aulas. – Era verdade, ela estava sozinha, e cada palavra dela me fez ficar vermelho, sem graça e sem ação.

– Entra comigo ? Tenho medo de entrar sozinha. – Ela disse, nunca vi ela não vermelha e sem graça.

– Entro…

Ela destrancou o portão, grades baixas, estava tudo fechado, pensei ter visto um sorriso safado no rosto dela enquanto ela abria o portão mas preferi acreditar que ela tinha que pegar algo dentro da casa dela.

Enfim, entramos, a casa estava bem arrumada, estava tudo em ordem, mas algo na cozinha me chamou a atenção, tinha uma garrafa de vinho sobre a mesa, achei estranho e disse:

– Te espero aqui na sala, ta?

– Ta, vou resolver algumas coisas la em cima, está bagunçado e já volto. Qualquer coisa posso te chamar? – Ela respondeu

– Deve me chamar.

Sentei no sofa da casa dela, coloquei minha mochila ao lado esquerdo do corpo. Estava quase cochilando, escutei o chuveiro ligar, pensei: “ela está tomando um banho somente, vou descansar um pouco enquanto espero.”

Cochilei, acordei quase as 21h.

– Aline, cade você? Está tudo bem? – Eu disse, em tom alto.

– Eu estou aqui na cozinha, esperando você acordar…

Me levantei e fui até a cozinha, tinha um bolo em cima da mesa com uma vela de aniversário e duas taças de vinho, a garrafa aberta, ela com uma roupa sexy e bem decotada, regata vermelha e saia jeans curta. Aquele momento eu pensei: “Vadia, eu não acreditei naquele sorriso mas vou continuar com a ingenuidade”.

– Wow, isso pra mim?

– É sim, feliz aniversário. – Ela disse, assumindo a cor da regata.

– Você está sexy, é proposital? – Eu disse.

– Não… talvez. – Ela respondeu.

Me sentei a mesa, e ela bebeu um gole de vinho, dei um gole que valeram por 2 ou 3, peguei um pedaço de bolo e comi, ela fez o mesmo, enquanto conversávamos…

Ela tomou umas 2 ou 3 taças cheias de vinho, eu tinha tomado 1 e meia no máximo, ela estava realmente alterada, ela veio pegar os pratos e taça para colocar na pia, ela abaixou de tal forma, que deu pra ver o decote dela inteiro. Seios lindos e fartos, aquele momento a unica coisa que eu queria era aperta-los.

– Muito obrigado… acho que não mereço isso tudo…

– Ainda tem mais… – Ela disse.

Veio em minha direção, me abraçou pelo pescoço, e disse no meu ouvido esfregando o corpo no meu:

– Quer?

Aquele momento a unica coisa que fiz foi morder o pescoço dela e colar ela no meu corpo.

– Sim, né? Vamos la pra cima.

Subimos a escada trocando caricias, mordidas, mãos bobas, beijos… não tinha nem imaginado isso dela, ou que ela queria transar comigo, vadia.

Chegamos no quarto dela, não reparei em nada, o sangue estava quente, querendo meter com ela a qualquer custo, deitei ela na cama ainda beijando ela e com as mãos passeando pelo corpo.

Ela tirou minha regata e me deu um arranhão no peito, nunca tinha sentido tanto tesão daquela forma, arranquei a regata e fui beijando o pescoço dela e descendo até o sutian, uma das minhas mãos, foi por dentro da saia dela, comecei a estimular ela, ela gemia bem baixo, era uma delicia cada vez que ela gemia.

Desabotoei a saia dela, e tirei, a calcinha dela estava praticamente encharcada, ela estava toda molhada, não pensei duas vezes, afastei um pouco a calcinha e chupei ela, os gemidos ficaram mais altos e duravam mais tempo, aquela bucetinha estava tão gostosa… lisinha e molhada.

Enquanto eu chupava ela, fui tirando o resto da minha roupa, assim que tirei, tirei a calcinha dela… sentei na cama proximo a ela, puxei ela pelo quadril, fazendo ela se levantar e se encaixar em mim, foi perfeito a encaixada, gememos depois de encaixar foi tão gostoso, não sera só boa de chupar. Ela não conseguia mais parar de se movimentar, ainda sentados, eu tirei o sutian dela, colei ela no corpo e beijei os peitos dela, ela gemeu e aumentou a velocidade. Disse no ouvido dela:

– Você é uma vadia mesmo. Agora que começou, não vai mais parar.

– Não vou parar…

Mordi o pescoço dela, minhas mãos passeavam pelo corpo dela, ela rebolava, subindo e descendo gemia baixo, era gostoso, ela realmente estava gostando daquilo. Ela estava cada vez mais molhada e indo cada vez mais rápido, os gemidos mais intensos…

Eu deitei ela, beijei o pescoço e encaixei nela só a cabeça ela me abraçou com as pernas e me puxou contra ela no mesmo momento,

– Não para.. vou gozar – Ela disse.

Não pensei duas vezes, colei meu corpo dela, e comecei a meter rápido e forte, cada vez que ia até o até o fundo o corpo dela se contraia mais ainda, os gemidos eram mais altos e os arranhões e mordidas cada vez mais. Ela soltou um gemido mais alto, o corpo todo se contraiu, me abraçou forte, não parei de meter, me incentivou a ir cada vez mais rápido, também queria aproveitar o momento.

– Você não vai soltar? – Ela perguntou em tom baixo.

Ela me parou, me deitou e começou a cavalgar.

– Vou gozar.. para…

Nesse momento ela aumentou ainda mais a velocidade que estava. Meu corpo perdeu as ações, o que fiz foi colar ela no meu corpo e beijar ela enquanto eu gozava, eu soltava gemidos altos, sentia ela sorrindo enquanto soltava tudo dentro dela.

Ela foi reduzindo a velocidade mas não parou, em momento algum… após algum tempo ela voltou a ir mais rápido.

– Minha vez dinovo… – Ela disse.

Começou a rebolar e gemer alto, eu tinha acabado de gozar, estava em êxtase, ela começou a fazer de uma forma que senti que iria gozar novamente, comecei a gemer mais alto.

– Vou gozar… – Eu falei.

Ela aumentou a velocidade, só a cabecinha ficou dentro… até que começou a sentar mais rápido e forte, começou a apertar seus próprios peitos e eu não consegui aguentar mais ela se contraindo toda no pau, gozei, enquanto gozava, ela gemeu alto e ia parando, sem deixar de rebolar, devagar, gemendo feito uma vadia e se contraindo, ela também estava gozando.

Assim que parou, deitou no meu corpo do jeito que estávamos, ofegante, cansada mas com um enorme sorriso.

– Parabéns, feliz aniversário. – Ela disse, ofegante, enquanto me abraçava.

Me mantive em silêncio, abracei ela, dormimos ali, fui acordar as 23h p.m, gozando, com um boquete dela, metemos mais um pouco, quando sai da casa dela, já era quase 1h a.m, abracei ela no portão.

– Não pode ficar? Realmente tenho medo de ficar aqui sozinha. – Ela disse.

Mostrei o celular, tinha umas 30 ligações da minha mãe.

– Não posso dormir aqui, mas posso voltar pra te ver de vez enquando… que tal? – Eu respondi.

– Volta sim, eu… adorei e quero mais… foi gostoso.

– Você é muito vadia, adorei você e hoje. Obrigado… só o vinho e o bolo bastavam… nunca imaginei que iria rolar alguma coisa. Tenho que ir, mãe vai me comer vivo.

– Vai la, eu… ah deixa, conversamos depois. Vai pela sombra e se cuida…

Abracei ela e beijei ela, voltei pra casa… difícil foi esconder as mordidas e arranhões dela aquele dia. Disse a mãe que tinha ido a confederação brasileira de judô na academia e não podíamos sair do tatami pois o sensei não tinha dado o comprimento final, e ficou tudo bem. Fui para o banho, quero mais dela… adorei como ela fez…

Desde então nunca mais esqueci esse dia, ela se mudou, não esta mais no mesmo lugar e praticamente perdemos o contato, transamos outras varias vezes. Antes que perguntem… ela tomava anticoncepcionais, nunca tivemos problema em fazer sem camisinha, incluindo exame de sangue.

Espero que gostem.

 
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Posted by on March 23, 2013 in Contos, História real, Sexo

 

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