RSS

Uma pequena prova de amor.

28 Apr

Eu sorri quando ele apareceu. Vi o boné verde escuro de longe, e corri pra abraça-lo. O cheiro suave de Quasar ficou preso no meu nariz por horas. Andamos pelo parque onde estávamos, dando voltas quase no mesmo lugar, até q eu peguei minha blusa, a estiquei na grama e deitei em cima.

– Ué? Cansou, Lari?

-Uhum… E espreguicei. – Muito sono, Alan. Dia cansativo no trabalho e no curso.

– Saquei. Cupcake? Refrigerante? Doce?

– Doce… Aquele de chocolate.

Ele pegou o doce, colocou na minha boca, brincando que errava pra melar a minha bochecha. Nisso, o docinho caiu pelo meu ombro, do outro lado. Ele se esticou sobre mim pra pegar o doce na blusa e o rosto ficou próximo ao meu. Bem próximo. Próximo o suficiente pra respiração baixar e os olhos fecharem. E os lábios se encontrarem num beijo suave e quente, levemente apaixonado. Quando nos separamos, um clima levemente constrangedor ficou no ar, ele ainda por cima de mim, olhando nos olhos. Sussurrei

– Como?

– Shi… Não fala. Não vamos quebrar isso.

E me beijou de novo, com mais intensidade. É, eu estava adorando. O beijo do Alan, quente, me instigava. Eu estava ficando quente.

– Vamos embora. Agora.

– Pra onde?

-Pra minha cama, Alan. Rápido.

Ele sorriu, malicioso. Corremos para minha casa, era perto, era fácil. A entrada era pela cozinha, e estávamos nos agarrando ferozmente.

Ele beijava meu pescoço, mordia minha orelha, me envolvia em seus braços. Eu puxei sua roupa, arranquei sua camiseta. Ele tirou a minha, quase arrancou meu sutiã, e lambia com cautela meus seios.

Mordo seu pescoço, e passo as unhas afiadas de leve por suas costas. Num arrepio, ele sussurra, gemendo:

-Mais… Capricha…

E nisso eu arranho de novo, com força, pra marcar, pra machucar. Ele geme alto

– Isso…

– Me mostra todo o seu lado pervertido, querido…

Ele me beija com força, segura meus cabelos com firmeza e me vira de costas pra parede. Me mordendo, ele arranca minha calça e encosta seu corpo no meu, e eu sinto ele extremamente duro, quente. Nisso, eu faço ele apertar meus peitos, com firmeza e força, brincando com a ponta do mamilo.

Alan me vira de novo, com um tapa nas coxas, me beija com violência, com ardência, paixão. Me deita em cima da mesa da cozinha. Desce os lábios, arranca minha calcinha com os dentes e sobe beijando o corpo. Eu puxo a cueca dele pra baixo, e forço ele pra cima de mim, pra dentro de mim, com força, de uma só vez.

Cravando as unhas nos braços do Alan, eu gemia enquanto ele começava a bombar devagar, e mordia meus mamilos, e num mix de dor e prazer, eu puxava ele mais pra dentro com as pernas, pra foder mesmo. Presa a ele, arranho as costas, deixando em carne viva, e puxo o cabelo dele.

– Me bate… Judia…

– Vadia…

Me virou de costas, mordeu meu pescoço e bombou, mais rápido, mais forte, intenso e dolorido, enquanto me batia, me marcava, ardia. Ele puxou meu cabelo num beijo quente, e apertou um dos peitos com força.

– Gostosa…

Apoiada na mesa, submissa, presa.

– Não para… Me fode… Não para!

Puxei ele pra dentro com os braços, e arranhei forte o corpo dele.

– Me machuque, querida. Maltrata, me faz gozar.

Me solto de seus braços, sentada de frente pra ele, na mesa, e dou um tapa forte na cara dele.

– Me fode, safado.

Puxo ele mais e mais pra dentro, fazendo o corpo dele bater o corpo em mim. Arranho com força as costas, o peito, os braços, as coxas. Ele me bate de volta, nas pernas, na bunda, na cara, me marcando, me fodendo, me mordendo, e eu mordendo ele de volta. Marcas, gemidos, ofegadas.

Envolvido pelo tesão, ele me deita no chão frio, que me arrepia, ele me deita, me olhando, me comendo, provocando, apertava meus seios, mordia-os, lambia. Lambia tudo que alcançava, e gemia dentro de mim.

– Quero te ouvir gritar de prazer, minha vadia.

Minhas costas arqueiam, meu corpo contrai, e num grito cravo as unhas nas costas e mordo seus ombros, deixando uma marca grande, e implorando pra não parar.

– Se solta, me fode do jeito que você quiser.

Ele me vira de rosto para o chão, empinando minha bunda, me fazendo rebolar com firmeza, e quase chorando de prazer e dor, guio a mão de Alan para minha vagina, e faço ele me masturbar enquanto bomba, os dois gemendo, os dois suando. Ele me ergue, me apoia na parede, com uma mão ainda nela, ainda bombando, ele prende meu pescoço e me sufoca um pouco, me prensa, me prende, me morde, me fode…

Meu corpo contrai, ele me deita no chão, e por cima de mim, enfia fundo, forte. Gemendo, digo:

– Goza… Comigo…

– S-sim… Juntos…

E ele força, e continua fodendo, me fazendo gemer descontrolada, contrair, colar o corpo, e nessa ultima contraída sinto Alan gozar, me dar tudo o que ele tem. Com isso, meu corpo relaxa e eu gozo também, prendendo ele dentro de mim.

Ele ainda se mexia, devagar, bem devagar. Arfando e gemendo aos pouquinhos, eu disse, num sussurro quase inaudível:

– Eu te amo.

Ele olha, no fundo dos meus olhos e, com paixão, responde:

– Eu te amo demais.

 
Leave a comment

Posted by on April 28, 2014 in Contos

 

Leave a Reply

Fill in your details below or click an icon to log in:

WordPress.com Logo

You are commenting using your WordPress.com account. Log Out / Change )

Twitter picture

You are commenting using your Twitter account. Log Out / Change )

Facebook photo

You are commenting using your Facebook account. Log Out / Change )

Google+ photo

You are commenting using your Google+ account. Log Out / Change )

Connecting to %s

 
%d bloggers like this: