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Sweet dreams are made of these…

15 Feb

Eu gostava daquela sensação. O medo, o arrepio, um mix de tesão, dor, amor…

Ele me mandou um sms horas mais cedo.
“Vadia. Estarei em casa às nove. Você não vai vestir nada, e vai me esperar sentada na cama de costas pra porta, em silêncio.Você não poderá falar nada.<3 ”
Eu respondi, como boa garota, “Sim, senhor. Aguardo ansiosamente sua chegada!❤ ”

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Eu estava ansiosa, e com medo. Queria satisfazer meu dono. Shikke era muito exigente…
Ouvi ao longe o carro estacionando, fui para o quarto, sentei com as pernas cruzadas na beira da cama, de costas. Deixei meia luz, como ele gostava. Ouvi o ruido dele destrancando a porta de entrada da casa, caminhando devagar em minha direção. Ouvi ele dar um risinho leve ao me ver na cama como ele mandou. Senti ele se aproximando e tirando a camisa perto de mim, jogando a peça do meu lado. Ele tirava peça por peça de sua roupa, de modo lento e gradual. Ele era alto e tinha braços bem fortes. Seu cinto ficou perto dele, dobrado. Quando ele tocou de leve meu cabelo, pra me guiar num beijo gostoso, eu esqueci e gemi.

-S-senhor…

Nisso, ele pegou o cinto rapidamente e bateu na minha coxa, com força, deixando uma marca ali.
– O que eu disse sobre não falar? Responde!

-Que eu … deveria permanecer… quieta…

– E eu perdoo desobediencia, vadia?

-N-não senhor… eu apenas fiquei feliz… em revê-lo….

– Ainda assim me desobedeceu. E será castigada.

Ele me puxou pra beira da cama. Com o cinto, prendeu minhas mãos nas costas. Me mandou ficar em pé, enquanto ele pegava algo pra me amordaçar. Era um lenço macio, algodão, acho. Ele amarrou com força na minha boca, olhou bem em meus olhos e desceu as mãos para meus seios. Apertava os mamilos com força, e eu sem poder gemer ou gritar de prazer e dor…

Ele sentou na beira da cama e me mandou deitar no colo dele, e empinar bem. Eu obedeci, deitei sobre suas pernas e esperei… Ele acariciava minha pele com as unhas; erguia a mão para tapas que não desciam, e ria baixo, se aproveitando da tortura psicológica. Até que desceu o primeiro tapa, e eu, amordaçada, tive meu grito abafado.

– Vadia… deve estar fraco ainda…

E bateu mais forte. O intervalo entre os tapas era apenas o tempo de meu corpo contrair com o contato e voltar, e logo ele descia um tapa mais intenso. Eu sentia lagrimas se formando e meus gemidos e gritos serem abafados, até que ele me colocou de pé de novo. Me mandou abrir as pernas. Forçou um pouco meu corpo pra frente e enfiou dois dedos de uma vez. Meu corpo automaticamente reagiu aquele toque com uma rebolada leve, e ele soltou mais um risinho malicioso.

-Vagabunda… Tem muito o que sofrer ainda…

Ele me guiou para a parede, ainda em pé, colocou meu rosto contra o concreto frio e duro e ficou passando de leve o pau dele na minha buceta, só pra me provocar, pra fazer com que eu queira mais… Pegou um par de grampos e colocou em um dos meus mamilos, enquanto brincava com o outro. Ajustou a pressão e colocou o outro. Doía, muito, e eu adorava. Queria satisfazer meu mestre.

Ele pegou um plug médio e passou só a pontinha na minha buceta, só pra melar um pouco, e enfiou inteiro de uma vez só no meu cuzinho, observando minhas reações. Ele viu uma lágrima escorrer,e sussurrou de leve no meu ouvido

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-Doeu?  – eu acenei que sim com a cabeça. – Quer que eu pare?

Respirei fundo e disse que não. Ele me pressionava contra a parede, o concreto frio contra os grampos nos meus seios, o pau dele roçando na minha buceta.

-Posso te cortar? – Aquilo era além do que tinhamos combinado.

Acenei que sim com a cabeça, aquilo saciaria quase todas as minhas vontades… Senti ele pegando um canivete afiado e indo para meu lombar… S-H-I-K-K-E. Ele me marcou como sendo dele e eu gemia a cada corte,que não era algo fundo, era gostoso, era diferente. Senti ele lamber o corte devagar pra parar o sangue e vi que ele não ia aguentar mais. Ainda contra a parede, ele tirou minha mordaça, mordeu meu pescoço e disse

-Eu começo do zero se você parar de gemer, ouviu bem, vagabunda?

– Sim.. senhor….

Ele me ergueu em seus braços, usando a parede de apoio e enfiou com força o pau dele. Era grande, tinha uns 20 cm, e era grosso, bem grosso. Ele me puxava contra ele com força, aumentando o impacto, fodendo pra valer. Descia tapas com uma mão, e com a outra segurava meu queixo, e eu não parava de gemer. Eu sentia que estava perto de gozar, que eu estava muito molhada e que seria dificil segurar…

-Senhor… posso gozar… posso?

– Ainda nao… controle-se…

E enfiava mais fundo, mais forte, me sentindo contraída e segurando um orgasmo forte. Ele desceu a mão para meu clitóris, me masturbando enquanto fodia, e a outra mão me segurava contra a parede. Eu gritava de prazer ao toque dele, eu precisava gozar.

-Senhor.. por favor… por favor…

Até que ele ordenou para que eu gozasse no pau dele, porque ele estava gozando também. Eu gozei, e senti um squirt misturado a tudo aquilo, e senti ele gozando, me enchendo com seu delicioso e quente liquido… Ele bombeou mais um pouco e depois me soltou. Sentou na cama e ordenou

– Vem aqui e lambe toda essa sujeira.

Eu chupei com prazer aquele pau delicioso, limpando tudo e fazendo meu senhor relaxar. Ao fim, ele deitou na cama, e eu fiquei sentada no chão, ainda presa aos itens que ele colocou. Ele me chamou pra deitar ao lado dele. Me desafivelou, me abraçou e sussurrou;

-Eu ainda te amo, vadia desobediente. – Nisso eu sorri, me acolhi em seus braços fortes

-Eu te amo, meu senhor. Eu te amo.

 
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Posted by on February 15, 2015 in Contos, Sexo

 

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